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15 de janeiro de 2018
Com amor, Van Gogh

Com amor, Van Gogh foi um dos filmes mais impressionantes que eu já vi. Em homenagem ao pintor Vincent Van Gogh e, acima de tudo, à arte, sua produção traz um conceito diferente, que pode parecer estranho à primeira vista, mas que é absolutamente incrível e original. Fiquei arrepiada nos primeiros trinta segundos de filme, apenas com os créditos iniciais, e passei todo o resto da sessão de cinema com a sensação de que estava participando de algo especial.
As primeiras imagens correspondem à uma frase em constante movimento, como se ela estivesse sendo pintada naquele instante, e ela nos traz uma informação básica para entendermos sua ideia. Eu não tinha assistido ao trailer nem visto qualquer outra coisa sobre esse filme, apesar de ter uma noção do que ele tratava, então demorei um pouco para entender a forma com que ele fora produzido, mas acho que isso tornou o momento em que eu entendi ainda mais overwhelming.
Vejam só: a frase da qual falei informara que o filme que estávamos prestes a assistir fora produzido por mais de cem artistas que se dedicaram a pintar telas correspondentes a cada frame dos vídeos gravados com os atores, para dar a ideia de movimento mencionada. Imaginem isso. Um frame não é sequer um segundo, gente. Está bem longe disso, na verdade.
A cada câmbio de cenário, a cada deslocamento dos personagens, eu me pegava me perguntando como aquilo fora possível. Agora eu sei que foram mais de sessenta mil quadros.
"Só podemos falar através das nossas pinturas."
- disse Van Gogh, e eu não poderia concordar mais. Cada um expressa suas pinturas de uma forma diferente, seja através de atitudes, palavras ou qualquer que seja a sua arte e esses artistas conseguiram mesmo passar uma mensagem.
Eles utilizaram a técnica do artista homenageado para produzir os quadros, como se a história dele não pudesse ser dissociada de suas obras, além de diversas referências às suas pinturas em si e às pessoas as quais ele retratou através delas.

Os primeiros minutos fazem uma alusão ao quadro noite estrelada, um dos mais famosos e adorados do pintor, mas sob uma perspectiva diferente, porque no filme ele ganha vida própria a medida que os créditos iniciais vão passando. Junte isso à informação que eles acabaram de fornecer sobre a forma de produção e eu te desafio a não sentir seu coração bater mais forte, com uma sensação boa de que está vendo algo verdadeiramente bonito e autêntico.
Para além do visual, o filme traz também a importante proposta de revelar pequenas particularidades da personalidade de Van Gogh, bem como suas angústias e situações pelas quais passou momentos antes de sua morte, desmistificando a ideia de que ele tenha sido um herói ou um louco, seja pela sua arte ou por algumas situações perturbadoras que provocara em vida, como o corte de sua própria orelha.
Ele era um como tantos de nós, incompreendido, com sonhos, amor pelo que fazia e poucas habilidades sociais. A verdade é que as doenças da mente podem ser as mais prejudiciais à integridade de uma pessoa, por mais extraordinárias que elas sejam.
O título do filme é outro pequeno grande detalhe acolhedor, porque loving Vincent - como diz na língua de origem - era a forma com a qual o pintor assinava as cartas que enviava para o irmão, uma das pessoas mais próximas a ele e o grande patrocinador do seu trabalho. Por isso que o foco do filme gira em torno de um rapaz que conhecera Van Gogh - Armand Roulin, filho do carteiro a quem Vincent entregava suas cartas - buscando entregar a última carta escrita pelo pintor antes de morrer.
Nessa jornada, ele acaba descobrindo alguns episódios anteriores à morte de Van Gogh, mas, como nós, parece não encontrar a resposta para o que acontecera realmente com ele. Até hoje há teorias divergentes de que ele poderia ou não ter atirado em si mesmo. Independente disso, o filme é emocionante, tanto pela produção quanto pelas ideias do pintor, tão bem representadas do início ao fim. Amo especialmente a forma com que ele falava das estrelas e do universo. A trilha sonora também me cativou muito.
Por isso que a beleza desse filme está nos detalhes, ainda que ele traga certa melancolia em seu conjunto. Depois de uma homenagem dessas, é muito triste pensar que Vincent só conseguiu vender um de seus quadros em vida e nunca teve seu sonho realizado de ser reconhecido pelo seu trabalho. Ao menos, não enquanto viveu. Saí da sala de cinema pensando em como nossas vidas seriam melhores e mais bonitas se reconhecêssemos os talentos e habilidades das pessoas com quem convivemos enquanto elas ainda podem nos ouvir e se sentir especiais. Essa constatação não te faz querer sair dizendo a todo mundo o quão incríveis eles são?

"Não tenho certeza de nada, mas a visão das estrelas me faz sonhar."
Apenas a título de registro, acho que minha experiência foi ainda mais completa pelo fato de eu ter assistido a esse filme tão singular num cinema de rua que eu não visitava desde que era criança. O ambiente é intimista de tal forma que pareceu perfeito para o momento e o meu dia se encerrou de uma maneira leve como há muito não fazia.
De muita maneiras, vou lembrar desse dia atípico e fofinho que passei em nove de janeiro de dois mil e dezoito. Foi meu primeiro filme do ano. Será que ele ainda está passando na cidade de vocês? Go, go, go.
♡
Com amor, Lisete.
leia também
Escrito por: Unknown
Arquivado em
Filmes
18 de novembro de 2016
Minhas descobertas mais felizes dos últimos tempos
Então, gente, quando eu descubro coisas muito legais, eu fico extremamente empolgada e quero mostrar pra o mundo. Algumas vezes, o mundo já conhece o que te empolgou e é maravilhoso ter com quem compartilhar aquela descoberta. Outras, porém, ele não dá a mínima, porque o que eu posso ter achado incrível, você pode não ver a mínima graça. A questão é: dar a chance de escolha.
Por isso, estou aqui para mostrar algumas coisas que me encantaram ultimamente, nem que seja para registrar o que me veio na mente nos últimos meses em que sumi do blog e, se alguém aí se identificar com algo de que eu falei, diz que sim e vai atrás de conhecer melhor. É tão bom se sentir entendido.Como se alguém estivesse te dando um abraço quentinho num dia de inverno. (Cá entre nós: melhor sensação.)
"O fabuloso destino de Amélie Poulain" e "A delicadeza do amor"
A menos de um ano atrás, a trilha sonora de Amélie me apareceu como sugestão de playlist no YouTube e eu me apaixonei pelas canções. Algo inédito e surpreendente pra mim que dificilmente escuto músicas: 1) instrumentais 2) de um mesmo artista e 3) que gosto de cara. Pelo contrário! Sou completamente aleatória, gosto de acompanhar as letras cantando e demoro bastante para me viciar numa canção. Considerando isso, já tive um indício do quanto Amélie me desconstruiria, a ponto de eu ir lá escutar a trilha para me sentir inspirada mesmo sem conhecer nada da história que estava por trás. Quer dizer, a Jenny já havia postado algo sobre ela por aqui, então isso não é bem verdade, mas eu não tinha me aprofundado na questão. Isso só aconteceu depois que eu conheci o trabalho da Audrey Tautou em A delicadeza do amor e eu não me arrependi nem um pouquinho.
Assisti ao filme recentemente e, agora, conhecendo bem, manter o hábito de escutar sua trilha me deixa ainda mais feliz. Parece bobo, mas, de alguma forma, eu acho que adiei ao máximo assistir com receio de me decepcionar e estragar algo que eu já tinha de forma especial. Mas sabem o que eu disse sobre o abraço quentinho? Imaginem um agora mesmo e ele corresponderá ao filme O fabuloso destino de Amélie Poulain se você tem uma personalidade introvertida e, ao mesmo tempo, corajosa e ansiosa por descobertas e pequenas felicidades.
Por não ser um filme convencional, ele pode gerar certo estranhamento de início, mas, uma vez que ele te pega, seja pela identificação ou pela sensibilidade de entendê-lo um pouquinho, você começa a se sentir acolhida e a aceitar melhor sua própria estranheza. Pelo menos, essa foi minha experiência e eu acho que, no fundo, nós todos temos um pouco dela. Meus sorrisos bobos se dirigiam às cenas que algumas pessoas considerariam as mais banais, mas que, magicamente, contém toda a graça do filme. E a fotografia é absolutamente linda.
Inspiração é a palavra que define. ♡
O fabuloso destino de Amélie Poulain
Por eles estarem ligados pela mesma atriz, Amélie acaba me lembrando A Delicadeza do Amor, então os reuni nesse tópico, mas este último já era um favorito, como eu bem disse lá em cima. Apesar dos contextos diferentes, ambos invocam sentimentos que me fazem feliz. A Delicadeza me faz pensar na ideia de viver a vida que você gostaria e não a que outras pessoas desejam pra você. Não importa se suas decisões parecem malucas ou se vão causar desconforto e estranhamento aos olhos dos outros. Eles não te conhecem melhor do que você mesmo e, se você está feliz com elas, isso é o que importa.

Eu amo que esse filme foi o primeiro a desconstruir a ideia que eu tinha dos filmes franceses, porque eu ainda não havia assistido um que tivesse me encantado até então. E não há outro conceito para ele a não ser a delicadeza que já lhe dá título. Outra coisa: a trilha sonora dele também é maravilhosa. (Eu, claramente, valorizo isso). Agarrei amor numas músicas da Emilie Simon depois que vi o filme.
De toda forma, ambos os filmes conseguem trazer o melhor de Paris. Mesmo sem que eles foquem na cidade em si, a gente consegue ver beleza nos detalhes e isso é muito legal. ♡
Oh Wonder

Eu não diria que sou fã, até porque não conheço a fundo, mas gostei muito, muito, muito, de alguns clipes que descobri por acaso. (Eles são uma banda, gente.) Lembro que a primeira vez que escutei All We Do foi numa playlist aleatória e eu estava procurando alguma coisa na internet, mas daí comecei a prestar atenção nas coisas que as pessoas estavam falando enquanto a música tocava, além da letra em si, e fiquei subitamente interessada. Voltei o clipe e escutei de verdade.
Enquanto a letra faz uma crítica ao jeito que vivemos usualmente, vivendo dia após dia sem propósito ou nos escondendo, as pessoas no clipe vão dando depoimentos muitos tocantes sobre ser humano e o quão bem faz a nós mesmos fazer a vida de outras pessoas melhor. Nos perder, nos achar, achar outras pessoas. Eu sou bem bobona com essas coisas, porque penso bastante no estilo de vida que eu quero pra mim, então gostei do conceito e assisti mais algumas vezes pra tentar absorver melhor. Olha só:

Lá estava eu, entediada na sala da minha universidade, pensando no que faria da vida e daquele dia para que eles fossem mais suportáveis, quando um grupo dessa organização apareceu apresentando seus ideais e compartilhando experiências. Mal sabia eu no que estaria me metendo alguns meses depois.
A fim de promover o multiculturalismo e incentivar os jovens a desenvolver sua liderança e empoderar o maior número de pessoas possíveis, eles nos convidaram a participar de seus projetos sociais fora do país e eu fui fisgada. Essa proposta foi um ar fresco muito bem-vindo em meio ao caos que estava minha cabeça no momento e, à medida que eles foram explicando melhor como tudo funcionava, fui ficando com mais vontade de fazer parte daquilo.
Se já é surpreendentemente bom se sentir entendida por alguém, imaginem quando isso acontece junto a uma organização. Enquanto observava o desinteresse da maioria da minha turma (alguns, inclusive, reclamaram do tempo que eles ocuparam da aula), tive mais certeza de que queria mais gente que pensasse como a AIESEC ao meu redor. Fui atrás de mais informações, mais compreensão, e eu achei de monte. Daqui a menos de duas semanas, eu viajo para a Colômbia.
Espero voltar a falar muito sobre isso por aqui e que essa descoberta feliz seja aquilo que eu preciso. ♡
Para conhecer: aiesec.org.br/estudantes
Reggaeton
Talvez isso tenha alguma relação direta com a Colômbia. Talvez não. hahaha Mas falando sério, eu comecei a escutar como quem não quer nada, porque a Jenny não parava de comentar sobre um certo cantor (entrego sim, senhora). Não fazia ideia de que ele era colombiano até me falarem. Na verdade, eu não fazia ideia nem de quem ele era.
Num dia de total tédio e falta do que fazer, fui ver um clipe do tal ser humano, porque escutar eu acho que já tinha escutado e não dei muito valor. Resultado: estou naquela fase de vício insuportável, que até eu mesmo estou enjoando de ouvir, mas não consigo parar.
E, com essa, eu me despeço.
Mentira, deixa eu mostrar pelo menos mais uma música desse ritmo tão legal que invadiu minha vida nos últimos dias. O Maluma foi só uma porta de entrada.
(A gente só precisa ignorar as letras de vez em quando, ok?)
Por isso, estou aqui para mostrar algumas coisas que me encantaram ultimamente, nem que seja para registrar o que me veio na mente nos últimos meses em que sumi do blog e, se alguém aí se identificar com algo de que eu falei, diz que sim e vai atrás de conhecer melhor. É tão bom se sentir entendido.Como se alguém estivesse te dando um abraço quentinho num dia de inverno. (Cá entre nós: melhor sensação.)
"O fabuloso destino de Amélie Poulain" e "A delicadeza do amor"
A menos de um ano atrás, a trilha sonora de Amélie me apareceu como sugestão de playlist no YouTube e eu me apaixonei pelas canções. Algo inédito e surpreendente pra mim que dificilmente escuto músicas: 1) instrumentais 2) de um mesmo artista e 3) que gosto de cara. Pelo contrário! Sou completamente aleatória, gosto de acompanhar as letras cantando e demoro bastante para me viciar numa canção. Considerando isso, já tive um indício do quanto Amélie me desconstruiria, a ponto de eu ir lá escutar a trilha para me sentir inspirada mesmo sem conhecer nada da história que estava por trás. Quer dizer, a Jenny já havia postado algo sobre ela por aqui, então isso não é bem verdade, mas eu não tinha me aprofundado na questão. Isso só aconteceu depois que eu conheci o trabalho da Audrey Tautou em A delicadeza do amor e eu não me arrependi nem um pouquinho.
Assisti ao filme recentemente e, agora, conhecendo bem, manter o hábito de escutar sua trilha me deixa ainda mais feliz. Parece bobo, mas, de alguma forma, eu acho que adiei ao máximo assistir com receio de me decepcionar e estragar algo que eu já tinha de forma especial. Mas sabem o que eu disse sobre o abraço quentinho? Imaginem um agora mesmo e ele corresponderá ao filme O fabuloso destino de Amélie Poulain se você tem uma personalidade introvertida e, ao mesmo tempo, corajosa e ansiosa por descobertas e pequenas felicidades.
Por não ser um filme convencional, ele pode gerar certo estranhamento de início, mas, uma vez que ele te pega, seja pela identificação ou pela sensibilidade de entendê-lo um pouquinho, você começa a se sentir acolhida e a aceitar melhor sua própria estranheza. Pelo menos, essa foi minha experiência e eu acho que, no fundo, nós todos temos um pouco dela. Meus sorrisos bobos se dirigiam às cenas que algumas pessoas considerariam as mais banais, mas que, magicamente, contém toda a graça do filme. E a fotografia é absolutamente linda.
Inspiração é a palavra que define. ♡
A delicadeza do amor
Eu amo que esse filme foi o primeiro a desconstruir a ideia que eu tinha dos filmes franceses, porque eu ainda não havia assistido um que tivesse me encantado até então. E não há outro conceito para ele a não ser a delicadeza que já lhe dá título. Outra coisa: a trilha sonora dele também é maravilhosa. (Eu, claramente, valorizo isso). Agarrei amor numas músicas da Emilie Simon depois que vi o filme.
De toda forma, ambos os filmes conseguem trazer o melhor de Paris. Mesmo sem que eles foquem na cidade em si, a gente consegue ver beleza nos detalhes e isso é muito legal. ♡
Oh Wonder
Eu não diria que sou fã, até porque não conheço a fundo, mas gostei muito, muito, muito, de alguns clipes que descobri por acaso. (Eles são uma banda, gente.) Lembro que a primeira vez que escutei All We Do foi numa playlist aleatória e eu estava procurando alguma coisa na internet, mas daí comecei a prestar atenção nas coisas que as pessoas estavam falando enquanto a música tocava, além da letra em si, e fiquei subitamente interessada. Voltei o clipe e escutei de verdade.
Enquanto a letra faz uma crítica ao jeito que vivemos usualmente, vivendo dia após dia sem propósito ou nos escondendo, as pessoas no clipe vão dando depoimentos muitos tocantes sobre ser humano e o quão bem faz a nós mesmos fazer a vida de outras pessoas melhor. Nos perder, nos achar, achar outras pessoas. Eu sou bem bobona com essas coisas, porque penso bastante no estilo de vida que eu quero pra mim, então gostei do conceito e assisti mais algumas vezes pra tentar absorver melhor. Olha só:
Outro clipe que eu adoro deles é o de Lose It. Dessa vez, passando uma sensação menos desconfortável, se é que posso dizer assim. De liberdade, felicidade... ♡ Dá vontade de sair dançando também! hahaha Sério, tem horas que a gente fica de saco cheio de algumas amarras.
E ah, só escutar a música é bom, mas confiem em mim, tenham a experiência completa:
E ah, só escutar a música é bom, mas confiem em mim, tenham a experiência completa:
"you gotta give yourself a moment,
let your body be"
AIESEC let your body be"
Lá estava eu, entediada na sala da minha universidade, pensando no que faria da vida e daquele dia para que eles fossem mais suportáveis, quando um grupo dessa organização apareceu apresentando seus ideais e compartilhando experiências. Mal sabia eu no que estaria me metendo alguns meses depois.
A fim de promover o multiculturalismo e incentivar os jovens a desenvolver sua liderança e empoderar o maior número de pessoas possíveis, eles nos convidaram a participar de seus projetos sociais fora do país e eu fui fisgada. Essa proposta foi um ar fresco muito bem-vindo em meio ao caos que estava minha cabeça no momento e, à medida que eles foram explicando melhor como tudo funcionava, fui ficando com mais vontade de fazer parte daquilo.
Se já é surpreendentemente bom se sentir entendida por alguém, imaginem quando isso acontece junto a uma organização. Enquanto observava o desinteresse da maioria da minha turma (alguns, inclusive, reclamaram do tempo que eles ocuparam da aula), tive mais certeza de que queria mais gente que pensasse como a AIESEC ao meu redor. Fui atrás de mais informações, mais compreensão, e eu achei de monte. Daqui a menos de duas semanas, eu viajo para a Colômbia.
Espero voltar a falar muito sobre isso por aqui e que essa descoberta feliz seja aquilo que eu preciso. ♡
Para conhecer: aiesec.org.br/estudantes
Reggaeton
Talvez isso tenha alguma relação direta com a Colômbia. Talvez não. hahaha Mas falando sério, eu comecei a escutar como quem não quer nada, porque a Jenny não parava de comentar sobre um certo cantor (entrego sim, senhora). Não fazia ideia de que ele era colombiano até me falarem. Na verdade, eu não fazia ideia nem de quem ele era.
Num dia de total tédio e falta do que fazer, fui ver um clipe do tal ser humano, porque escutar eu acho que já tinha escutado e não dei muito valor. Resultado: estou naquela fase de vício insuportável, que até eu mesmo estou enjoando de ouvir, mas não consigo parar.
E, com essa, eu me despeço.
Mentira, deixa eu mostrar pelo menos mais uma música desse ritmo tão legal que invadiu minha vida nos últimos dias. O Maluma foi só uma porta de entrada.
(A gente só precisa ignorar as letras de vez em quando, ok?)
~ • ~
Descobertas são ainda mais felizes quando compartilhadas. Algo em mente?
Até mais ♡
Lis
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Até mais ♡
Lis
Escrito por: Unknown
19 de maio de 2016
Aprendendo espanhol: dicas de filmes e planos para as férias
Hola, chicos ♥
A coluna Aprendendo Espanhol andava
bem abandonada aqui no blog, né? Mas eu admito o motivo: também estava
abandonando um pouquinho a língua no cotidiano. Além das aulas e de algumas
músicas preferidas, não estava buscando outras referências, por isso resolvi
fazer uma listinha de incentivo (tanto pra mim quanto pra vocês) com filmes que
trazem o idioma.
Alguns eu achei pela internet mesmo e outros foram dicas do meu
professor. Pretendo assistir nessas férias (sim, já estou livre! ♡) e contar o que achei depois. Então, se alguém tiver alguma sugestão ou comentário, não sai daqui sem me falar, hein? A listinha é a seguinte:
1. Ocho apellidos catalanes
2. Tesis sobre un homicidio
3. Un cuento chino
4. El cuerpo
5. Diarios de motocicleta
(e outros que posso vir a conhecer no próximo mês!)
Enquanto não começo, vou comentar os poucos que vi recentemente. :)
OCHO APELLIDOS VASCOS
Gente, eu ri com esse filme, viu? De dar gargalhadas. Os bascos e os sevilhanos tem uma espécie de rixa na Espanha e o enredo explora justamente um romance - com muito humor - entre essas culturas.
Enquanto Amaia é uma garota basca, Rafa é um
sevilhano. Eles se conhecem numa festa e passam a noite juntos, mas ela precisa
voltar para o seu povo. Tomado pelo impulso, Rafa vai atrás dela e acaba se
metendo em várias confusões envolvendo o pai de Amaia, reivindicações pela
independência do povo basco e até uma mãe de mentirinha. É especialmente engraçado
quando ele finge ser um basco, sério! hahaha
No começo, não dei muito valor e, honestamente, achei que o filme seria confuso pra mim por não conhecer muito bem essa segregação na Espanha, mas aconteceu que fui pegando muitas coisas pelo desenvolvimento do filme e no final aprendi bastante. Só fiquei curiosa pra saber como tudo começou! Vou procurar. :p
A continuação está na minha listinha lá em cima, não sei se vocês perceberam. Se chama Ocho apellidos catalanes. ♡
EL SECRETO DE SUS OJOS

Achei esse filme tão marcante e inteligente que
até hoje não esqueço seu final. Antes de chegar lá, vou explicar um pouquinho
da história, que passa longe da narrativa romântica que aparenta o título! Ela mostra
as injustiças do sistema penal argentino (que não são tão diferentes das nossas) e
como elas afetam a vida de quem trabalha ou depende do tal sistema.
O protagonista, Benjamín Espósito, está aposentado
do seu trabalho como servidor da justiça penal argentina e resolve começar a escrever um
livro sobre um caso que marcou sua vida e o deixa, até hoje, inquieto. Para
isso, ele reencontra alguns envolvidos, como sua antiga paixão, Irene, que trabalhava
junto a ele nas investigações, e o marido da vítima.
À medida que isso acontece, vamos descobrindo o que ocorreu e revivendo um passado muito triste. É angustiante, mas extremamente envolvente. Um bom filme, de
verdade.
Ele ficou bastante conhecido por ter levado o
Oscar de melhor filme estrangeiro em 2009, mas não faz tanto tempo que o
descobri, então achei válido comentar rapidinho por aqui.
TRES MIETROS SOBRE EL CIELO

O romance proibido é o tema explorado por
aqui e eu confesso que estava gostando da ideia de uma garota certinha da
classe alta, criada por uma família extremamente rígida, se envolver com um
rapaz mais aventureiro, ainda que de uma classe social diferente.
Eles vão quebrando algumas barreiras
relacionadas ao preconceito e transformando um ao outro no meio tempo, então a
gente vai se envolvendo na história. Sem falar dos personagens secundários,
como a Katina e o Pollo, que eu gostei muito.
Uma pena que tudo isso se dissipou no desfecho,
que me deixou bem triste. Quem viu sabe do que estou falando. </3 Bem digno
de um livro que quer nos enrolar para ler a continuação (e o filme é mesmo
baseado em um), mas que acaba nos frustrando no caminho.
Fiquei desmotivada por um tempão e só resolvi assistir a sequência, Tengo Ganas de Ti, há pouco tempo atrás, que acabou por ser uma surpresa razoável. Não vou falar muito sobre ela, porque há mil spoilers do primeiro filme só na sinopse, mas posso dizer que o Federico Moccia, autor dos livros, foi um poucos menos maldoso nesse segundo drama.
Os filmes são fortes e intensos em algumas partes, como as que envolvem corridas de moto, mas as histórias de ambos são bem desenvolvidas e tratam de algumas questões importantes, então não me arrependi de ter conhecido.
Fiquei desmotivada por um tempão e só resolvi assistir a sequência, Tengo Ganas de Ti, há pouco tempo atrás, que acabou por ser uma surpresa razoável. Não vou falar muito sobre ela, porque há mil spoilers do primeiro filme só na sinopse, mas posso dizer que o Federico Moccia, autor dos livros, foi um poucos menos maldoso nesse segundo drama.
Os filmes são fortes e intensos em algumas partes, como as que envolvem corridas de moto, mas as histórias de ambos são bem desenvolvidas e tratam de algumas questões importantes, então não me arrependi de ter conhecido.
Falando agora sobre o que interessa (o idioma, gente!), vou confessar que me senti perdida algumas milhões de vezes, porque olha, que gente pra falar rápido, viu? Mas acho que vou me acostumando com o tempo.
Só no filme Ocho Apellidos Vascos que tinha momentos que não dava MESMO pra entender sem ler as legendas, porque eles falavam alguns dialetos espanhóis diferentes, como o basco, mas isso não atrapalha o andamento do filme, até aparece uma legenda no espanhol convencional.
E é isso, depois eu volto contando como foi a experiência com os filmes da listinha (espero eu).
Besos,
Lis ♡
Escrito por: Unknown
22 de fevereiro de 2016
Filmes em Janeiro 2016
Janeiro foi um mês bem atípico para mim, pois 1. pela primeira vez eu voltei a estudar ainda no início do mês (obrigada, greve) e 2. porque, mesmo assim, eu vi mais filmes do que costumo ver o ano inteiro, hahaha.
Ok, não exatamente. Eu assisti seis filmes, sendo quatro deles pela primeira vez e dois pela segunda, mas isso é muito mais do que o meu normal por mês (que pode chegar a um total de 0, juro). Estou tentando trabalhar minha paciência com relação a isso, e acho que estou indo ~relativamente~ bem por enquanto. Vamos a eles:
Que horas ela volta?
Comecei o ano vendo um filme brasileiro. ♥ Ele vinha sendo super bem comentado e eu estava com muita vontade mesmo de assistir. Fui motivada pelo fato de ter passado na tela quente da globo, na segunda-feira que deu início às minhas aulas, então nada melhor que um filme e uma pipoca pra curtir a bad, hahaha. Eu curti bastante e recomendo.
Para sempre Alice
O mais angustiante de todos. Esse filme foi indicado ao Oscar no ano passado e a Julianne Moore levou, merecidamente, o de melhor atriz. Acho válido que todo mundo veja essa história, e quem tem ou teve algum contato com pessoas afetadas pela doença abordada vai se sentir particularmente tocado. </3 Só senti um pouco de falta de mais cenas tocantes de mãe e filha entre a Alice e a Lydia, personagem da Kristen Stewart, mas nada que tenha prejudicado minha opinião sobre o filme.
Orgulho e Preconceito
Ok, uma correção: eu falei no início do post que tinha visto dois filmes pela segunda vez, mas a verdade é que essa foi a milionésima primeira que eu assisti Orgulho e Preconceito, hahaha. Não vou me demorar aqui, apenas deixar a ideia de que Mr. Darcy nunca é demais. (Minha mãe sabe o quanto eu amo essa história, filme e livro, e foi ela que viu passando e me chamou pra assistir ♥)
Horas de Desespero
A Incrível História de Adaline
Simplesmente Acontece
Único filme de ação da lista e consequentemente possui grandes chances de estar entre os favoritos dela. Assisti descompromissadamente junto com minha irmã e meu cunhado, tanto que perdi algumas cenas do início. Mas, depois que empolguei com a história, fiquei quieta e vi até o último minuto.
A Incrível História de Adaline
Se junta ao anterior para formar os favoritos do mês. Gostei muito mesmo dessa história. Sempre tem aquele filme que a gente vive ouvindo falar, que o título é super familiar, mas nunca paramos realmente para assistir, né? Esse era um deles. Adorei e já estou com vontade de ver de novo!
Simplesmente Acontece
Encerrou com chave de ouro. Junto com Orgulho e Preconceito, foi um que já tinha assistido antes, mas minha irmã queria uma historinha água com açúcar e acabamos com Lily Collins e Sam Claflin. ♥ (a história é uma adaptação literária e a Lis já resenhou o livro aqui e fez um livro vs. filme aqui).
Espero voltar com um post de fevereiro tão recheado quanto esse (para os meus padrões, pelo menos)!
Beijos,
Jen. | twitter • instagram • flickr
Escrito por: Jennifer Macieira
Arquivado em
Filmes
18 de fevereiro de 2016
Descobertas pré-Oscar 2016
Oi, gente!


Spotlight: segredos revelados • trailer

"You see, knowledge is one thing, but faith… faith is another."
O Regresso • trailer


~ outros filmes ~

Apesar disso, foco em O Menino e o Mundo! #gobrazil
Antes de qualquer coisa, queria
dizer que esse post é tanto para quem curte quanto para quem não dá a mínima
pra esse tipo de premiação, porque a proposta principal será conhecer alguns
filmes de qualidade.
Eu costumo assistir alguns indicados justamente por isso
e, eventualmente, acabo descobrindo um ou outro maravilhoso que jamais teria
descoberto de outra forma. Então, apesar de eu, claramente, não ser nenhuma conhecedora profunda do cinema (quase dormi vendo Birdman hahaha), achei que seria legal trocarmos experiências por aqui!
Fiquem tranquilos: #nospoilers :p
Fiquem tranquilos: #nospoilers :p
O Quarto de Jack • trailer
Uma surpresa muito bem-vinda
entre tantas produções e títulos influentes foi O Quarto de Jack. Ele é uma adaptação
do livro da Emma Donoghue e tem minha torcida mais do que qualquer outro filme
indicado.
Apresentando uma relação emocionante
entre mãe e filho em uma situação totalmente adversa, o filme gera muita angústia
e indignação, mas também inspira esperança de que o afeto consegue superar
todos os níveis de podridão humana (ou assim eu espero). </3
A protagonista, Joy, foi sequestrada,
estuprada e mantida em cativeiro por mais de sete anos num quarto onde seu
filho, Jack, nasceu e foi criado. Em condições tão repugnantes, é de se imaginar
muita aflição entre os dois, mas, graças à relação que mantém com sua mãe, Jack
parece incrivelmente feliz e sua inocência nos cativa o tempo inteiro.
Ela suporta a situação toda por
ele e quando pensa num plano de fuga, Jack precisa ser corajoso e confiar nela
completamente, porque, por toda sua vida, o
quarto era o mundo. Exceto pelo o
que vê na TV e pensa ser irreal, ele nunca teve contato nenhum com o que existe
fora dali e eu me vi completamente envolvida pela história deles, torcendo para
que conseguissem sair e para que o garotinho se adaptasse e conhecesse o mundo de verdade.
Todo o filme gira em torno de uma
expectativa imensa e o Jacob Tremblay como Jack... nossa, como queria ele concorrendo
~ e ganhando ~ o Oscar! A melhor atuação que já vi de uma criança . Seríssimo, não deixem de assistir.
-You're gonna love it.
-What?
-The World.
O Menino e o Mundo • trailer

O Menino e o Mundo representa
exatamente o que falei no início do post sobre como essas premiações nos
permitirem conhecer algumas histórias incríveis, mas desconhecidas, às vezes. Prova
disso é que esse filme BRASILEIRO teve quase divulgação nenhuma na época em que
foi lançado, mas, quando foi indicado à melhor animação, finalmente começou a
repercutir.
Ele é surpreendente,
cheio de cores e sensibilidade. Não sei se é válido dizer, porque não vejo
filmes conceituais com frequência, mas a verdade é que nunca tinha visto uma
crítica social tão artística na vida. </3 É triste e bonito, não sei nem
explicar direito. E que legal uma premiação tão grandiosa ter enxergado isso,
ganhando ou não.
Alguns podem não achá-lo tão
dinâmico: verdade. Do tipo que vai prender completamente a atenção de todos os
públicos, especialmente o infantil, mas as animações não são feitas
exclusivamente para crianças e o entendimento disso é muito importante aqui. Ele
é muito colorido em grande parte do tempo, com traços que representam o olhar
de uma criança, mas a realidade em que o garotinho está inserido, sem dúvidas,
é a nossa, e o diretor denuncia todas as mazelas que cabem a ela.
O fato de ser um filme sem
diálogos (na verdade, com alguns poucos em idioma incompreensível – o português
ao contrário) deixa uma imensa responsabilidade para a trilha sonora e ela não
deixa a desejar, pelo contrário, chama atenção justamente por ser rica. Amei
mesmo! A única ~ cantada ~ passa nos créditos e fecha o filme de forma ideal,
sintetizando o que vimos. Vocês podem escutar ela bem aqui:
E se acharem suas sensibilidades, vejam
esse filme, por favor. ♥
Spotlight: segredos revelados • trailer
Como todo filme baseado em fatos
reais, Spotlight causa um impacto muito grande. Assistir algo sabendo que
aquilo não é ficção te deixa milhões de vezes mais impressionada e, nesse caso,
indignada também, com tudo que está vendo.
A pauta polêmica aborda as
investigações acerca de padres pedófilos nos Estados Unidos e o fato de a
mídia, a Igreja, o sistema judiciário e a própria população terem os encoberto
por tanto tempo. Vários casos foram expostos por um jornal persistente e o
pequeno número já gritante de 13 padres foi crescendo para 90, depois para
centenas e milhares até o final do filme, com dados verídicos de vários outros locais.
Espero que entendam que,
independente da religião, vale a pena assistir ao filme, porque o que está
sendo questionado e criticado por ele são as coisas do homem.
Meu coração ficou apertadinho na cena em que o Mark Ruffallo olha para as crianças na igreja e reflete sobre tudo que descobriu: muito triste, apenas.
"You see, knowledge is one thing, but faith… faith is another."
O Regresso • trailer
Inevitável falar do Leonardo DiCaprio. Será que agora vaaai?
Eu tive que ver esse filme para o caso de a estatueta ir parar nas mãos dele depois desses anos sofridos e aposto que muita gente ficou curioso por causa disso também, há muita expectativa. Mas a verdade é que a história do filme já deveria ser incentivo suficiente, quase nem pisquei durante as duas horas e meia de tão envolvente.
Eu tive que ver esse filme para o caso de a estatueta ir parar nas mãos dele depois desses anos sofridos e aposto que muita gente ficou curioso por causa disso também, há muita expectativa. Mas a verdade é que a história do filme já deveria ser incentivo suficiente, quase nem pisquei durante as duas horas e meia de tão envolvente.
Minha dica de ouro aqui é: não se
preocupem com os aperitivos para matar o tempo enquanto assistem. Eu estava com
aquela pipoquinha básica e tal, mas cadê a fome no meio daquela matança
tensão e expectativa?
Elas estão lá do começo ao fim,
até quando você se acalma um pouco, e com o meu conhecimento cinematográfico
mínimo, o achei muito bem produzido, com um cenário lindíssimo e rico em
detalhes. Todas as cenas parecem muito reais (até demais em alguns casos).

*pausa para o embrulho no
estômago passar*
(sério, eu poupei vocês da imagens críticas)
Só a pauta que não achei aquela coisa, sabem? Uma história,
basicamente, de como a vingança pode mover o homem. Mas ele é baseado em
uma história real, não vou realmente questionar isso e acontecem coisas horríveis com o protagonista. Além disso, sem dúvida, as
características positivas fazem valer o tempo.
Ele foi todinho filmado apenas com luz natural, imaginem isso!
~ outros filmes ~
“There’s
a starmaaaaaan waiting in the sky.” ♪ Bowie ♥
Perdido em Marte eu assisti há um
tempão, então ele não entra exatamente nas descobertas que fiz por causa do
Oscar, mas eu gostei muito e vivo recomendando!
Ele era pra ser totalmente monótono pela proposta, que é a de um homem ser deixado para trás em Marte ~ e sobreviver ~, mas não é que o filme surpreendeu? Envolvente na medida certa, me conquistou, e isso é importante quando a pessoa não gosta de ficção científica, hein?

Ele era pra ser totalmente monótono pela proposta, que é a de um homem ser deixado para trás em Marte ~ e sobreviver ~, mas não é que o filme surpreendeu? Envolvente na medida certa, me conquistou, e isso é importante quando a pessoa não gosta de ficção científica, hein?
Também assisti Joy: o nome do
sucesso, mas não o considerei uma descoberta tão positiva, por isso vou
comentá-lo brevemente.
Ainda que eu tenha me
identificado com a protagonista (que só quebra a cara o tempo todo, hahaha,
sério, coitada), a história não prendeu a minha atenção. A interpretação da Jennifer Lawrence se destacou bastante e,
provavelmente, salvou o filme, mas foi só isso mesmo. O Bradley Cooper e o
Robert Deniro foram extremamente secundários aqui, diferentemente de quando
atuaram com ela em O Lado Bom da Vida.

Na categoria de animações, o
filme mais cotado é Divertida Mente e eu fiquei louca com sua lição bonitinha e
diferente!
Assim como Perdido em Marte, o assisti há muito tempo (e aposto que
o resto do mundo também), mas não custa recomendar. ♥ Tristeza: melhor personagem.
A premiação acontece no dia 28
desse mês e eu ainda quero assistir mais alguns, como A Garota Dinamarquesa
(talvez pela atuação do Eddie Redmayne), Steve
Jobs e Carol, então provavelmente farei um update no post.
Não necessariamente antes do
resultado, mas confesso que prefiro, porque estamos mais livres de julgamentos
e torcer por aquele filme preferido é amorzinho. Se vocês descobriram
algum legal que não mencionei, me indiquem nos comentários, por favor. ♥ Vou adorar saber.
O que acharam sobre os que eu
citei também. :)
Beijos,
Lis
Escrito por: Unknown
Arquivado em
Filmes
19 de dezembro de 2015
4 filmes sobre o natal
Quando chega dezembro, o cinema
dá uma investida básica em filmes natalinos, mas nem sempre eles são uma boa
pedida. Os filmes que eu mais gosto, por exemplo, são bem antigos, como
Esqueceram de Mim e O Estranho Mundo de Jack (animações ♥). Pensando nisso, reuni quatro dicas que considero recentes - pelo menos em comparação aos dois filmes já citados - para quem curte acompanhar essa época do ano em todos os aspectos!
Menores Desacompanhados (Unaccompanied Minors, 2006)
Acho que esse é o filme de natal da minha infância. Amo de paixão Esqueceram de Mim, mas era Menores Desacompanhados que eu assistia de novo e de novo. Talvez porque eu tinha o DVD. A história é muuuito divertida! Acho que, inconscientemente, foi uma previsão do quanto eu ia gostar de viagens e aeroportos.
Quando surge uma nevasca inesperada
na véspera de natal e todos os voos são cancelados, vários menores
desacompanhados são obrigados a ir para uma sala reclusa do aeroporto e esperar
até que pudessem ser movidos para o hotel mais próximo, mas imaginem o inferno
que estava o lugar. Tentando fugir do caos, cinco deles, que não se conheciam,
acabam se unindo para despistar os seguranças a todo custo.
A partir disso, as confusões são
as melhores partes do filme! Há situações muito engraçadas de cada um
separadamente e de depois, quando se encontram, porque o diretor não está nada
feliz com suas férias canceladas e os pirralhos fazendo baderna por lá. Mas, no
final, um clima natalino muito amor ronda o aeroporto, recomendo.
ps. caso ainda tenham alguma
dúvida, tem o Chris - de Todo Mundo Odeio o Chris! - no elenco! Amo.
ps.² não costumo dizer isso, mas: a
dublagem é ótima.
Sobrevivendo ao Natal (Surviving Christmas, 2004)
Eu adoro o Ben Affleck, acho ele um
ator e tanto, super versátil, e estava impagável em Sobrevivendo ao Natal! Muita
gente crítica o enredo e eu concordo que é bem materialista, mas foi um
meio divertido de chegar a uma lição de natal.
Seu personagem, Drew, é um homem
solitário e muito rico que não quer passar o natal sozinho, mas ninguém
está disponível ou interessado em sua companhia. Assim, ele decide voltar para
a casa em que passou a infância. A diversão começa quando ele se depara com uma
família totalmente aleatória e oferece dinheiro para que eles finjam o querer
ali, como se fosse parte da família, além de comemorar o natal de forma
bastante tradicional, com árvores, músicas, etc.
Não tem como não dar gargalhada
com ele e com o personagem do James Gandolfini, o patriarca da nova família de Drew, que não suporta
nada do que está sendo obrigado a fazer, mas não perderia a chance de ganhar um
bom dinheirinho! Ele rouba a cena, sério.
Por fim, ainda há um romance sutil, como que para
finalizar a história divertida.
Um Cupido no Natal (Christmas Cupid, 2010)
Típico filme pra passar o tempo.
Do tipo que você assiste pelos atores que fizeram algumas séries que você
gosta. Culpada. Mas, ainda assim, é uma boa pra quem sente falta
de histórias de natal nessa época do ano.
Uma das protagonistas, Sloan, é
uma mulher bem sucedida, mas que precisa rever alguns conceitos sobre como
levar sua vida pessoal. Para ajudá-la, uma cliente sua que morreu recentemente,
Caitlin, se torna seu anjo/fantasma pessoal e juntas revivem o que houve com
Sloan em natais passados e o que aconteceria nos próximos se ela não mudasse
sua postura.
A história não é forte, mas rende
muitos momentos leves e divertidos, além de ter um toque de lição moral também.
Escrito nas Estrelas (Serendipity, 2001)
Esse é o clássico filme dos
românticos. Ou não. Acho que todo mundo pode se apegar a ele. Para
quem não sabe, o título original, Serendipity, significa um feliz acaso e a
protagonista acredita muito que uma série de acasos a guiará para seu destino
ideal, que já estaria traçado.
Assim, quando ela conhece Jonathan na época de natal, enquanto tentava comprar luvas pretas, ela imagina que, se
for pra ser, acasos levarão os dois a se encontrar novamente. Ela escreve seu
nome e telefone em um livro que venderá posteriormente e ele faz o mesmo com
uma nota de cinco dólares que ela gasta na noite em que se conheceram. Meio louco, né?
Acompanhamos uma
série de desencontros, mas é um bom filme. ♥ Começa e termina no clima do natal, apenas com alguns anos de diferença...
Vocês também curtem ver filmes assim no fim do ano?
Algum preferido?
Beijos,
Lis
Escrito por: Unknown
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