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27 de junho de 2018
Pina Estação e o Memorial da Resistência de São Paulo

Logo depois de explorar um pouco a Pinacoteca, eu, Lis e Jess nos demos conta de que já estava passando da hora do almoço. Decidimos então ir direto dar uma olhada no Memorial da Resistência, um outro lugar que fizemos questão de conhecer.
Tanto a Pinacoteca como o Memorial ficam no centro de São Paulo, e o passeio nos rendeu um momento desagradável ouvindo piadas por estarmos as três sozinhas. Ainda fico muito chateada quando esse tipo de coisa acontece, porque parece que estamos fazendo algo de errado e definitivamente não é nada por aí. Antes de seguirmos para o Memorial, encontramos com o Kleiner e ele nos fez companhia no restante do dia (e incrivelmente escutamos mais nada, pois é).

Localizado na Estação Pinacoteca, o Memorial da Resistência de São Paulo faz permanecer viva a história de opressão vivida pelo país na época da ditadura militar. Não é um lugar leve e eu por muitas vezes me senti até estranha por estar fotografando. Apesar disso, continuei com esse objetivo porque acredito que difundir essas memórias e esse lugar é praticamente uma responsabilidade social.
Logo na entrada somos recebidos por esse cenário da foto acima. Nos fones de ouvido, palavras de terror que configuram uma cena de tortura. É difícil permanecer escutando por muito tempo.

Mais adiante temos algumas salas que simulam os locais onde ficavam os prisioneiros. Os banheiros sujos, as paredes pichadas, a escuridão e uma sensação de claustrofobia sempre presente. Em cada sala há sons que narram o que foi a ditadura. Na última delas, um caixote com uma rosa vermelha postada em cima - gostei particularmente desse lugar, que traz uma sensação de angústia, mas também de respeito às vítimas e sobretudo de esperança. Como está escrito em uma das paredes: lembrar é resistir.


Visitem o Memorial da Resistência, porque vale a pena. É um passeio rápido, extremamente acessível (entrada gratuita) e que vai te deixar pensando. Você vai relembrar o que estudou nas aulas de história e sentir tudo de uma forma mais realista.
Mais informações no site: www.memorialdaresistenciasp.org.br.
Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório, 66 - Santa Ifigênia
Tel: 55 11 3335-4990 - Entrada Gratuita
Aberto de quarta à segunda, das 10h às 17h30
leia mais
+ três vezes são paulo
+ nossa manhã na pinacoteca de são paulo
♡
Escrito por: Jennifer Macieira
1 de junho de 2018
Nossa manhã na Pinacoteca de São Paulo

metrô de são paulo
por volta das 10h
Era sábado e nós tentamos ao máximo não demorar para sair do hostel. Especialmente depois que eu e Jess perdemos o voo e chegamos muito mais tarde do que o planejado - o tempo corria contra nós. Seguiríamos para Campos do Jordão no dia seguinte após o almoço, então iríamos apertar nosso roteiro na capital paulista ao máximo.
Estava um frio agradável quando finalmente pusemos os pés na calçada. Fechamos o portão gradeado em um tom do mais forte azul e fomos direto para o metrô da vila madalena, apenas a uma quadra de distância. O friozinho estava agradável, o vento no rosto nem tanto. Seguimos para a Estação da Luz, pois a primeira parada do dia seria a Pinacoteca do Estado de São Paulo.


A Pinacoteca é o museu de arte mais antigo da cidade. Com entrada gratuita aos sábados, ela reúne um extenso acervo com ênfase em obras brasileiras de a partir do século XIX. Era um dos principais lugares que nós queríamos visitar nessa viagem, porque além de toda a arte envolvida, também há a questão da arquitetura: o prédio é absurdamente bonito, e fez a minha felicidade poder fotografá-lo.

Durante a nossa visita, inclusive, havia uma turma de fotografia fazendo uma aula de campo, e fiquei imaginando quão incrível é ter um lugar desses à disposição na sua cidade. Em parte fiquei triste por ter tão pouco tempo disponível para desbravar o local e, se passasse um tempo maior em São Paulo, a Pinacoteca com certeza seria figurinha repetida nos meus itinerários. O lugar é enorme e impossível de absorver em apenas uma visita.
Para mais informações sobre a Pinacoteca, é só visitar o site oficial. ♥
Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 02
Tel. 11 3324-1000
Quarta a segunda, das 10h às 17h30 com permanência até as 18h.
Valores:
R$6, sendo R$3 para estudantes que apresentarem carteirinha
Menores de 10 anos e idosos são isentos
Aos sábados a entrada é gratuita para todos
♡
Escrito por: Jennifer Macieira
20 de janeiro de 2018
Três vezes São Paulo
Há mais ou menos sete meses, passei algumas madrugadas pesquisando passagens e hospedagem para alguns dias em São Paulo com a Lis. Era junho, nós estávamos de férias da faculdade, e tudo encaixou para que a gente pudesse fazer a nossa segunda viagem juntas.
decolagem no aeroporto dep. luís eduardo magalhães, em salvador, depois de uma conexão inesperada
Organizamos tudo, e a dinâmica ficara a seguinte: a Lis chegaria em São Paulo na quinta de manhã, eu e Jess na sexta de manhã, logo encontraríamos com o meu cunhado, noivo da Jess - que atualmente está estudando lá - e depois, no sábado, com o irmão da Lis, que iria fazer uma prova de concurso. Em seguida, no domingo, iríamos todos seguir viagem para Campos do Jordão. Porém as coisas não saíram exatamente como o planejado.
Pelo menos não a parte em que eu e minha irmã chegaríamos na sexta de manhã. Por um motivo muito corriqueiro para algumas pessoas, mas não para nós, que sempre fomos extremamente organizadas com esse tipo de coisa. Nós perdemos o voo. Foi extremamente frustrante e fiquei perplexa por ter conseguido ser tão descuidada daquela forma, e o sentimento só aumentou quando o atendente da Avianca, companhia aérea pela qual viajamos, foi um completo idiota e nada gentil ao lidar conosco. Uma situação que já era ruim conseguiu ficar pior.
Depois de muito conversar com outra funcionária — que foi mais amigável, pelo menos — descobrimos que a nossa única opção seria um voo que sairia às 12h14, com uma conexão em Salvador. Nosso voo original era direto, às 6h30. E nós o perdemos por causa de menos de cinco minutos. Esse foi o dia em que eu compreendi, de forma literal, a expressão que afirma que tempo é dinheiro. E também foi o dia em que decidi que, se tiver opção, nem tão cedo voarei pela Avianca outra vez.
o alívio de finalmente ver a pista do aeroporto internacional de guarulhos
guarulhos, sp
23 jun, por volta das 17h
Chegamos em São Paulo apenas 7h depois do planejado, quando a luz do dia já estava indo embora. Depois de uma pausa para descansar um pouco do dia extremamente estressante e para carregar nossos celulares, partimos na missão de encontrar o local de onde saem os ônibus para o metrô tatuapé — que fica em frente ao shopping de mesmo nome, nosso ponto de encontro com o Kleiner.
Com a ajuda da Lis e de um funcionário do aeroporto, logo encontramos o ônibus e o longo percurso que ele faz nos permitiu descansar ainda mais para o rojão que viria a seguir: metrô paulistano na hora do rush. A ajuda do Kleiner com nossas malas foi muito bem vinda, porque eu juro que não sei como encontrava forças para andar tanto e tão depressa, em meio às várias baldeações que precisamos fazer para enfim chegarmos ao nosso destino: a vila madalena.
kéra smart hostel
vila madalena, sp
23 jun, por volta das 20h
Encontrar o hostel foi a parte mais fácil do dia. Logo descobrimos que ele era simples, mas ainda assim aconchegante. Foi a minha primeira experiência com esse tipo de acomodação e achei tudo muito tranquilo — e, nesse caso, a localização praticamente ao lado do metrô só contou pontos positivos.
Entramos e logo uma moça veio nos receber. Enquanto eu fornecia os meus dados de forma um tanto eufórica, ouvi passos descendo os degraus da escada localizada bem ao lado da recepção. Não demorou muito para eu reconhecer o aconchego na forma de moça bonita — depois de um dia tão exaustivo psicologicamente, ver o rostinho da minha melhor amiga fez todo o estresse virar fumacinha. Não é que aquele papo é verídico? Aquele papo de que lar às vezes é uma pessoa e não um lugar. Bem, eu posso comprovar.
O fato é que: eu não estava cansada psicologicamente apenas por todo o inconveniente de ter perdido o voo. Essa viagem aconteceu em um momento não muito bom da minha vida, em que eu estava extremamente vulnerável a todo tipo de sentimento ruim. Esses dias fora foram uma tentativa de espairecer, e mesmo isso eu tinha conseguido transformar em algo estressante. A frustração tomava conta de mim sempre que eu me permitia parar para pensar. Por essas e outras que eu posso afirmar o quanto a presença da Lis me confortou naquele momento.
Eu e Jess a seguimos para o nosso quarto, no momento compartilhado com outras duas meninas: uma de Porto Alegre e a outra de Manaus. Guardamos nossas coisas e partimos para a missão seguinte, que era encontrar algo para comer.

coisas boas acontecem aqui
A Avianca até melhorou no meu conceito depois de servir sanduíches muito bons durante os voos — sou facilmente comprável com comida, sim. Mas mesmo eles não conseguiram segurar a minha fome por tanto tempo, então fomos andando até uma hamburgueria ali perto, que a Lis encontrou pelo ifood: a primata.
primata wings & burguers
vila madalena, sp
23 jun, por volta das 21h
Estava frio lá fora. Pelo menos para três meninas acostumadas às temperaturas do inverno bem mais ou menos do nordeste (à essa altura, já tínhamos nos despedido do meu cunhado). Mas mesmo isso não nos desanimou para ir em busca do nosso merecido lanche, então logo encontramos a Primata e escolhemos o que íamos pedir — pra viagem, porque os lugares no interior do local estavam todos ocupados e não tinha a menor chance de ficarmos ali passando frio pela próxima hora.
Demorou um pouco, mas valeu a pena: nossos pedidos vieram todos muito bem embalados e organizados, recebemos um atendimento super simpático dos rapazes que trabalhavam no local e ainda rolou um desconto inesperado na conta. E a comida, como constatamos depois, estava maravilhosa. Finalmente um pouco de sorte nesse dia estabanado.
De volta ao hostel, tomei um banho bem quente e me preparei para dormir, ouvindo os sons da maior capital do país ultrapassarem a janela fechada e invadirem o quarto. E através deles finalmente me dei conta de que estava lá mais uma vez, que tudo tinha dado certo afinal. Não o clima frio, não o caos do metrô ou as pessoas apressadas falando ao telefone em seus sotaques carregados de erres. Mas os sons que persistem mesmo no mais silencioso dos locais e sinalizam que aquela cidade nunca dorme. Eles sim.
Mentalizei uma, duas, três vezes. Três vezes São Paulo. Era a minha terceira vez em solos paulistanos, e eu iria fazê-los valer a pena.
♡
Com amor,
Jen
Escrito por: Jennifer Macieira
1 de março de 2015
Avenida Paulista, shoppings e a volta pra casa | Diário de Viagem
![]() |
Estava em um pequeno dilema
quanto a dividir o meu primeiro post ou não, mas acabei decidindo fazer isso
para ter uma maior liberdade para tagarelar aleatoriamente sem ficar cansativo,
porque sou dessas. Esse post é mais abstrato e sem foco específico, vou apenas
falar um pouco por onde andei.
Bom, como esse é o último sobre a minha ida de novembro pra São Paulo, vou deixar aqui registrado o livro que eu associo a essa viagem e também a música, já que eu sempre faço isso, como disse na página sobre :P
O que eu li: Confissões On-line, da Iris Figueiredo! Comprei lá mesmo e foi meu companheiro durante toda a viagem, tenho boas lembranças <3
O que eu escutei: Linda, louca e mimada, do Oriente (não julguem pelo nome! Essa música é muuuito legal, e ninguém mandou minha irmã me colocar pra escutar dentro do avião, agora eu sempre associarei. Não há mais nada que eu possa fazer quanto a isso). Princess of China, do Coldplay com a Rihanna, foi a que eu associei na primeira vez que eu fui, no finalzinho de 2011, e até hoje ainda lembro de lá quando escuto :)
Depois de irmos ao Ibirapuera,
eu, minha irmã e meu cunhado fomos caminhar pela Avenida Paulista. Logo de cara
encontrei a Livraria Martin Fontes e já fiquei mega animada (fica fácil de
encontrar logo depois da saída pela estação Brigadeiro), e é claro que chamei
minha irmã e meu cunhado para entrar. Pouco depois fica também a Fnac, que não
entrei e até agora me arrependo.
Após ficarmos um pouco perdidos e sendo jogados de um lado para o outro pelo GPS para encontrarmos o lugar que queríamos comer, andamos por uma vida até chegar ao Shopping Center 3, que fica praticamente em frente à Livraria Cultura (também conhecida como Paraíso) e pertinho da estação Consolação. Foi lá que minha irmã encontrou as lentes para celular e adivinhem onde testamos a lente fisheye? Isso mesmo, na Cultura.
Após ficarmos um pouco perdidos e sendo jogados de um lado para o outro pelo GPS para encontrarmos o lugar que queríamos comer, andamos por uma vida até chegar ao Shopping Center 3, que fica praticamente em frente à Livraria Cultura (também conhecida como Paraíso) e pertinho da estação Consolação. Foi lá que minha irmã encontrou as lentes para celular e adivinhem onde testamos a lente fisheye? Isso mesmo, na Cultura.
Essa foto relata bem o amor em
forma de livraria que ela é, e também anotei na minha lista de ‘coisas que preciso fazer um dia’ passar
uma tarde inteira lá! A foto não ficou das melhores, porque foi nosso primeiro
teste e também estava no formato quadrado do celular, mas está valendo.
Pode parecer que eu fui apenas a
livrarias durante todo o tempo que fiquei na Paulista, mas é porque foi exatamente isso que aconteceu. Fora
comer e andar perdidos por um tempo, foi basicamente livros e mais livros. Na verdade, acho que isso é o que eu mais
gosto em São Paulo: quase todo lugar tem
uma livraria por perto.
![]() |
| O meu saldo final: oops. |
Durante uma procura aleatória por um mercado na volta, acabamos achando um ao lado da Daiso Japan, uma loja que eu estava com muita vontade de ir! É uma pena não ser permitido tirar fotos, porque tem vários produtos muito bonitinhos por R$ 6,90. E aí é só ver o que vale a pena e o que não, mas muita coisa vale. Além dessa loja, outra que eu queria ir era a Forever 21, mas o Shopping Morumbi fica um pouco longe da região da Saúde, onde a gente estava, e acabei desanimando. Mas, por sorte, a loja já tinha sido inaugurada no Shopping Eldorado (que é o meu favorito até agora) e passei quase a noite inteira do dia seguinte passeando por lá.
A Saraiva estava com algumas promoções e comprei Simplesmente Acontece, Cartas de Amor aos Mortos e Faça Amor, Não Faça Jogo. Já ouvi falar tão bem de todos que não vejo a hora de ler.
O dia seguinte já era dia de
arrumar as malas e eu fui embora querendo ficar mais. É normal, sempre que
estamos em um lugar do qual gostamos, ir embora já pensando em quando voltar.
Mas vamos concordar que, sempre que deixamos nossa casa, não tem sensação mais
acolhedora do que voltar pra ela.
Ah, mas é claro que eu não ia
finalizar esse texto sem apresentar o meu amor paulista. Com vocês, Bolota: a
fofura é diretamente proporcional ao tamanho. <3

Beijos, Jen :)
Posts anteriores:
- São Paulo: primeiras impressões | Diário de Viagem
- Uma manhã no Ibirapuera | Diário de Viagem
- Compras e (tentativa de) diversão em Vinhedo | Diário de Viagem
Escrito por: Jennifer Macieira
23 de fevereiro de 2015
Compras e (tentativa de) diversão em Vinhedo
Oi, gente ♡
Ao falar em compras na cidade de São Paulo, logo vem à cabeça lugares como a Rua 25 de Março, Santa Efigênia, José Paulino, mas dependendo do seu objetivo você não sai de lá com muita coisa, além de bugigangas.
Aproveitei mesmo para conhecer e curtir alguns pontos turísticos dessas ruas, como o Banespão, onde temos acesso a uma ampla vista da cidade (como as das fotos abaixo e a que eu abri o primeiro post), e o Mercado Municipal, com os sanduíches monstruosos e pastéis famosos também. Se alguém quiser uma dica, gostei bastante do Hocca’s Bar no primeiro andar. ♡


Sou complicada para compras porque uso um tamanho muito pequeno, além de existir o problema de que vários locais apenas vendem em atacado, então, não pensem mal de mim quando digo que só nos shoppings consegui me animar nesse aspecto. O Morumbi Shopping é uma boa pedida, porque dá para chegar pela CPTM e tem o incentivo da loja Forever 21. Mas para quem for passar tempo o suficiente, posso sugerir programações fora da cidade, que demandam aluguel de carro ou ônibus específico.
Fui ao Premium Outlet, um shopping aberto aonde várias lojas famosas estão localizadas, e no Hoppi Hari, ambos localizados em Vinhedo, um pouco distante da capital.
O Hoppi Hari é conhecido por sua montanha russa de madeira, a maior da América Latina, o que pode causar boa impressão, mas eu sinceramente não recomendo muito nenhum desses lugares.

Ao falar em compras na cidade de São Paulo, logo vem à cabeça lugares como a Rua 25 de Março, Santa Efigênia, José Paulino, mas dependendo do seu objetivo você não sai de lá com muita coisa, além de bugigangas.
Aproveitei mesmo para conhecer e curtir alguns pontos turísticos dessas ruas, como o Banespão, onde temos acesso a uma ampla vista da cidade (como as das fotos abaixo e a que eu abri o primeiro post), e o Mercado Municipal, com os sanduíches monstruosos e pastéis famosos também. Se alguém quiser uma dica, gostei bastante do Hocca’s Bar no primeiro andar. ♡


Sou complicada para compras porque uso um tamanho muito pequeno, além de existir o problema de que vários locais apenas vendem em atacado, então, não pensem mal de mim quando digo que só nos shoppings consegui me animar nesse aspecto. O Morumbi Shopping é uma boa pedida, porque dá para chegar pela CPTM e tem o incentivo da loja Forever 21. Mas para quem for passar tempo o suficiente, posso sugerir programações fora da cidade, que demandam aluguel de carro ou ônibus específico.
Fui ao Premium Outlet, um shopping aberto aonde várias lojas famosas estão localizadas, e no Hoppi Hari, ambos localizados em Vinhedo, um pouco distante da capital.
O Hoppi Hari é conhecido por sua montanha russa de madeira, a maior da América Latina, o que pode causar boa impressão, mas eu sinceramente não recomendo muito nenhum desses lugares.
Meu irmão - que adora uma câmera - no Premium Outlet
A estrutura de ambos me lembrou a Disney, em um momento bem nostálgico, mas com uma diferença absurda de preços e o parque, apesar
de ser muito bonito, estava com MUITOS brinquedos parados, o que acabou
resultando numa grande perda de tempo.

Que estava fofo com a decoração natalina, isso estava ♡
O que salvou minha família
do tédio, já que teríamos que esperar anoitecer para ir embora com o ônibus e
pouquíssimos locais estavam funcionando, foi um restaurante no faroeste, aonde
em um momento eu assistia a uma apresentação country e em outro me vi morrer
de vergonha por causa de um cantor intrometido.
É CLARO que esses episódios embaraçosos só acontecem comigo e a Jen já me entregou pra vocês no post anterior.
Bons livros de Natal - Deixe a Neve Cair e O Presente do Meu Grande Amor - somados a um chocolate quente no friozinho da
cidade foram minhas últimas lembranças de São Paulo nos dois anos em que a visitei.
Não poderia imaginar nada melhor, e vocês?
Apesar de não me considerar especialista, acho que acabei aprendendo uma coisa ou duas e me acostumando à essa cidade. Voltei para casa com a impressão de que as coisas aconteciam em câmera lenta, ou de que São Paulo simplesmente funcionava no compasso da luz.
Beijos! Lis
{UPDATE}
Outro post já publicado:
É CLARO que esses episódios embaraçosos só acontecem comigo e a Jen já me entregou pra vocês no post anterior.
Viagens
têm dessas coisas que a gente releva por nunca mais ter que lidar com a
situação, nem rever as pessoas que presenciaram. No final, acaba sendo só uma
história divertida, apesar das ameaças do meu irmão em expor os vídeos! Se você está
lendo isso, irmãozinho, já devo ter confiscado todos eles do seu celular.
Apesar de não me considerar especialista, acho que acabei aprendendo uma coisa ou duas e me acostumando à essa cidade. Voltei para casa com a impressão de que as coisas aconteciam em câmera lenta, ou de que São Paulo simplesmente funcionava no compasso da luz.
Beijos! Lis
Posts anteriores:
Outro post já publicado:
Escrito por: Unknown
8 de fevereiro de 2015
Uma manhã no Ibirapuera

Oi, gente! Esse é o segundo post sobre a cidade, caso queiram ler o primeiro que foi escrito pela Lis é só clicar aqui.
Quando falamos em São Paulo, a maioria das pessoas pensa em correria, trânsito, trabalho e tudo que envolve uma cidade desse porte. Essa visão não é completamente certa, mesmo que natural. Sempre gosto de pensar que todo lugar tem seus dois lados. Apesar de, obviamente, tudo isso estar incluso no dia a dia da cidade, é possível, sim, fazer turismo em São Paulo! Principalmente para quem mora em cidade litorânea como eu, onde ver a praia enquanto enfrenta o trânsito é tão natural como respirar, e quer mudar um pouquinho de ares.
Eu, particularmente, adoro a cidade. Já estive no estado de São Paulo três vezes, sendo duas delas na capital e mesmo assim sempre faltam milhões de coisas para ver. Ainda não conheço nem um terço do que gostaria, mas vamos lá, devagar e sempre! (O que, na verdade, é bom, já que é mais uma desculpa para voltar)
Foto de setembro/2014, tirada pela minha irmã dois meses antes da minha ida.
Bom, a foto acima foi apenas para ilustrar um pouco da cidade além do que eu vi. Uma das coisas que eu mais gosto quando se trata de viajar é como sempre voltamos com pelo menos alguma história divertida para contar (como o fato de um cantor ter levado a Lis pro palco e cantado ajoelhado pra ela durante uma apresentação em um restaurante do Hoppi Hari, que ela deve ter comentado no post del... O quê, não comentou? Ops. Eu não estava presente no momento, infelizmente, mas posso ou não ter visto vídeos).
A primeira vez que estive na cidade, há um tempinho, minha experiência foi mais para compras (aka 25 de março, Santa Ifigênia, Zé Paulino etc). Não me aventurei muito por estar apenas com minha irmã, então fomos basicamente nesses pontos de compras (que eram praticamente de frente ao hotel, vale ressaltar, afinal somos super corajosas) e em alguns shoppings. Dessa vez, tivemos a companhia do meu cunhado, que mora na cidade, e por isso ficamos mais livres.

Diferentemente da Lis, eu usei tanto o metrô como o ônibus para me locomover por lá, o que, na minha opinião, torna a jornada um pouco menos cansativa, já que o ônibus evita caminhadas longas e desnecessárias, e normalmente não demora a passar (aconteceu só uma vez). Descendo na estação de metrô Brigadeiro, a caminhada até o Parque Ibirapuera é longa, mas é possível alugar bicicletas através do aplicativo BikeSampa, caso não esteja familiarizado com o sistema de transporte público, o que é uma opção muito legal.

O Ibirapuera é um lugar surreal de tão “tranquilo”, nem parece que fica numa cidade tão grande. Pessoas passeando com cachorros, andando de skate, bicicleta ou só correndo mesmo. É um lugar pra relaxar da forma que preferir. Eu só desejei ter um tempo de estadia maior para poder voltar lá com um livro, sentar em um lugar e me perder no tempo. Sério, preciso fazer isso um dia! Mas, como não podia me dar a esse luxo, me permiti outro: fotos. Muitas fotos. Como eu tinha outros dois loucos por fotografia para disputar a câmera, fiquei feliz em me entreter apenas com o celular e a instax.


Acho que o ideal para visitar o parque é em um dia com clima similar ao do que eu fui: nublado, mas não o suficiente para chover e atrapalhar qualquer atividade escolhida (se bem que tomar chuva em um lugar daquele não deve ser assim tão ruim).
Dias ensolarados demais me desanimam um pouco para fazer qualquer atividade ao ar livre, porque não sou a maior fã de calor. Mas independente disso, ainda acho que uma temperatura relativamente agradável é a melhor opção. E mesmo o clima um pouco nublado não impediu que eu recebesse comentários de quem me viu depois sobre o quanto minhas bochechas estavam coradas
Um pato que adorou se enfiar na frente da câmera e bancar o modelo enquanto meu cunhado tirava fotos. Lá tem muito deles, muito mesmo.
Eu já mencionei que lá tem muitos patos?Saí de lá com uma dorzinha, guardei a câmera querendo mais fotos, mas ainda tinha outros lugares para conhecer e, fora isso, a certeza de que um dia eu vou voltar. E dessa vez com mais tempo!
*Todas as fotos desse post foram tiradas pela minha irmã ou pelo meu cunhado
Escrito por: Jennifer Macieira
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