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26 de julho de 2016
Escolhas de Formatura (Sociedade Secreta) | Resenha
Ao terminar de ler Escolhas de Formatura, fiquei
completamente desolada. Mal tinha acabado de virar a última página e já estava querendo
mais confissões da Amy! Apesar disso, fiquei muito satisfeita com o desfecho
dado pela autora para uma série que, sem dúvida, se tornou uma das minhas
favoritas. ♡
Amy e seus amigos da C177 estão para se formar e, como o
próprio título sugere, muitas escolhas precisam ser feitas. Isso se relaciona às suas futuras profissões, claro, mas também aos seus
relacionamentos e, até mesmo, às pessoas que os substituirão na Rosa e Túmulo
depois que eles a deixarem.
Além disso, para quem não leu/lembra, ela ganhou uma
distração nas últimas férias de primavera! Apesar de um desentendimento ou
outro ou talvez vários deles, seu romance com Jamie se
fortalece sutilmente ao longo do livro.
Tenho momentos de amor e ódio com seu personagem, mas
ele se tornou um dos meus preferidos na série. Bem que a autora podia ter
mostrado seu lado charmoso antes, não é mesmo?

Sim, a Amy continua firme e forte com suas confissões e listinhas maravilhosas. ♡
Apesar de Jamie ter se tornado meu novo queridinho, não deixei de gostar de George nesse último volume. Ele continua divertido, só que mais maduro, e isso, obviamente, somente melhora seu personagem. (Só para constar, já que estou falando dos meninos: Brandon continua um chato, sim.)

Sim, a Amy continua firme e forte com suas confissões e listinhas maravilhosas. ♡
Apesar de Jamie ter se tornado meu novo queridinho, não deixei de gostar de George nesse último volume. Ele continua divertido, só que mais maduro, e isso, obviamente, somente melhora seu personagem. (Só para constar, já que estou falando dos meninos: Brandon continua um chato, sim.)
Amy também continua
divertidíssima nesse desfecho. São poucos os livros em que a protagonista
consegue me cativar, então, acho que é dela que eu mais vou sentir falta! Para
vocês que não aguentam mais personagens sem personalidade, garotas que se
subestimam e fazem absolutamente tudo errado, eu não poderia recomendar série
melhor.

Os outros personagens secundários ainda estão lá, desempenhando papéis importantes ao longo da narrativa. Só senti falta de uma participação mais ativa de alguns deles, como o Malcolm, que adorei desde o comecinho.

Os outros personagens secundários ainda estão lá, desempenhando papéis importantes ao longo da narrativa. Só senti falta de uma participação mais ativa de alguns deles, como o Malcolm, que adorei desde o comecinho.
Mesmo assim, ao iniciar o livro, podem contar com o suspense de
sempre, ainda que ele demore a aparecer, e um romance envolvente, ainda que um pouquinho complicado. Só não se esqueçam de se preparar para a despedida.
Nunca fui boa nisso, e, por meio desta, eu confesso: estou com muita saudade.
Faz um tempinho que terminei esse livro e escrevi essa resenha (mais de anos, sim!), apenas não me perguntem porque nunca havia postado. Só sei que fazer isso agora me deu uma baita vontade de reler. Com certeza é uma pretensão para o futuro, de tão boa que é a série. ♡ ♡ ♡ ♡
- Série: Sociedade Secreta #4
- Autora: Diana Peterfreund
- Editora: Galera Record
- 432 páginas | skoob
- Onde Comprar: amazon saraiva americanas
Escrito por: Unknown
11 de março de 2015
Ritos da Primavera (Sociedade Secreta) | Resenha
*Esse post poderá conter spoilers dos livros que antecederam esse terceiro volume - Rosa e Túmulo e Sob a Rosa.
Mais de quatrocentas páginas em aproximadamente 24 horas. Esse foi, provavelmente, meu recorde. Digo isso porque saí várias vezes nesse meio tempo e, mesmo assim, devorei o livro. Acho que dá para vocês terem uma ideia do quanto a leitura de Ritos da Primavera foi envolvente e rápida para mim.
Só com essas intrigas do começo, o livro já estava me prendendo, mas elas não foram nada em comparação com as férias de primavera. A ilha particular da Rosa e Túmulo recebeu alguns integrantes, do grupo mais atual aos patriarcas, e o livro ficou muito mais dinâmico a partir daqui. As ameaças contra a Amy não pararam, mesmo saindo de Eli, e ela até sofre um acidente de barco.
Mais de quatrocentas páginas em aproximadamente 24 horas. Esse foi, provavelmente, meu recorde. Digo isso porque saí várias vezes nesse meio tempo e, mesmo assim, devorei o livro. Acho que dá para vocês terem uma ideia do quanto a leitura de Ritos da Primavera foi envolvente e rápida para mim.
Fui passando as páginas e, sem que eu percebesse, já estava praticamente
no fim. Tudo bem que isso também se deve à ótima diagramação, mas acho que
posso dizer que Diana Peterfreund se superou nesse terceiro livro da série Sociedade
Secreta que, pelo menos por enquanto, se tornou meu preferido.
Esse volume começa de uma forma mais agitada porque Amy e
seus amigos da Rosa e Túmulo estão tentando recuperar algo que lhes foi roubado
por uma sociedade rival, a Cabeça de Dragão. Eles invadem essa sociedade, mas a
recuperação acaba não saindo como planejado.
Apesar de não conseguir recuperar
o que eles queriam, para dar o troco, eles conseguem esconder um objeto de
muito valor para a Cabeça de Dragão e, depois, conseguem fugir sem serem identificados, com
exceção da Amy.
Como sabiam que ela era integrante da Rosa e Túmulo, a sociedade rival passou a realizar vários trotes com ela, incluindo muitos líquidos gelados caindo de
repente e uma infestação de grilos no quarto. Ela começou a evitar a
maioria das atividades que envolvessem sair da segurança do mausoléu de sua
sociedade por causa disso. Além de tudo, ela ainda precisava encarar a volta repentina de seu ex-namorado, Brandon.
Só com essas intrigas do começo, o livro já estava me prendendo, mas elas não foram nada em comparação com as férias de primavera. A ilha particular da Rosa e Túmulo recebeu alguns integrantes, do grupo mais atual aos patriarcas, e o livro ficou muito mais dinâmico a partir daqui. As ameaças contra a Amy não pararam, mesmo saindo de Eli, e ela até sofre um acidente de barco.
Mas, passado esse episódio, a autora fez algo que eu estava
esperando desde o começo da série: um romance decente. Sim. Nada de indecisão, como no primeiro livro, e nada de pegação desenfreada, como no segundo. Ou talvez um pouco de cada. O garoto da vez? Adivinhem só! Mordi a língua com esse romance porque seu personagem não era um dos meus preferidos até agora. Mas ele ganhou um papel mais importante nesse terceiro
livro e vemos muito mais da sua personalidade sarcástica, divertida, e, ao
mesmo tempo, responsável.
Independente
do romance e do mistério, que eu adorei em Ritos da Primavera, uma coisa que me encanta bastante é que em cada livro um drama é explorado e resolvido
no fim, de modo que deixa o leitor satisfeito com o desfecho e, ao mesmo tempo, curioso por mais.
- Autora: Diana Peterfreund
- Série: Sociedade Secreta #3
- Editora: Galera Record
- 427 páginas
- 5/5 estrelas
- Onde comprar: Amazon Submarino Americanas Saraiva Fnac
Escrito por: Unknown
17 de setembro de 2013
Sob a Rosa (Sociedade Secreta) | Resenha
Esse post poderá conter spoilers do primeiro livro da série - Rosa e Túmulo. Se você ainda não conhece, basta clicar aqui para conferir a resenha.
Em Sob a Rosa, o conflito inicial com os patriarcas da Rosa e Túmulo foi resolvido. Apesar de alguns ainda se oporem às mulheres, elas fazem parte do grupo que precisa dar continuidade à sociedade, mas agora estão surgindo conflitos internos: alguém traiu a sociedade e está revelando alguns de seus segredos em um site, chamando a atenção dos patriarcas novamente e da imprensa, mas ninguém sabe quem.
Em Sob a Rosa, o conflito inicial com os patriarcas da Rosa e Túmulo foi resolvido. Apesar de alguns ainda se oporem às mulheres, elas fazem parte do grupo que precisa dar continuidade à sociedade, mas agora estão surgindo conflitos internos: alguém traiu a sociedade e está revelando alguns de seus segredos em um site, chamando a atenção dos patriarcas novamente e da imprensa, mas ninguém sabe quem.
O segundo livro da série Sociedade Secreta demorou um pouquinho mais do que o primeiro para me envolver, mas ele trouxe um pouco mais de mistério e romance. Como eu já disse na resenha de Rosa e Túmulo, a vida amorosa da Amy não é lá muito inspiradora. Nem cheguei a citar George Prescott, porque eles não tinham se envolvido muito, mas as coisas mudam um pouquinho nesse segundo livro. Ele e a Amy começam a se encontrar com frequência e apesar de alguma atitudes infantis e da má fama, ele tem um lado envolvente que é mostrado desde o primeiro livro.
Amy tem um jeito bem descompromissado, mas não fiquei com a impressão que ela tivesse um mau caráter por isso. Na verdade, quase no final do livro, em um momento crítico entre ela e o George, ela toma uma atitude super sensata que eu adorei. Sua personagem se firmou como uma das minhas protagonistas preferidas graças à sua personalidade forte.
Sobre os personagens secundários, preciso comentar sobre a Lydia, a melhor amiga de Amy, que não conseguiu conquistar minha simpatia, ainda que ganhe certa importância na narrativa. Ao menos, Josh, seu namorado coveiro, teve um efeito contrário.
Sobre os personagens secundários, preciso comentar sobre a Lydia, a melhor amiga de Amy, que não conseguiu conquistar minha simpatia, ainda que ganhe certa importância na narrativa. Ao menos, Josh, seu namorado coveiro, teve um efeito contrário.
De volta ao conflito, todos estão empenhados em descobrir quem é o traidor(a), mas isso acaba os consumindo e causando discórdia. Amy esperava que a Rosa e Túmulo fosse uma oportunidade de conhecer gente nova e socializar, mas acontece que toda a confusão em que a sociedade está envolvida acaba tomando muito do tempo de todos e ela até começa a se prejudicar nos estudos.
Tentando manter seus juramentos e proteger a sociedade, Amy começa a investigar e, por falta de opção mesmo, precisa recorrer à uma pessoa que tornou sua vida durante a iniciação bem difícil: Poe. Vamos admitir que ele é bem chato no início, mas, a partir desse livro, a autora já vai nos direcionando a uma nova opinião em relação a ele. Sob a Rosa mostrou seu lado mais divertido e sensível também. Pelo o que vi da sinopse de Ritos de Primavera, o terceiro livro, seu personagem vai ganhar mais importância e eu quero só ver no que isso vai dar.
Está sendo muito legal acompanhar essa série e, ainda que ela tenha uma média de preço bem alta, eu não poderia recomendá-la mais. Está mesmo valendo a pena!
Está sendo muito legal acompanhar essa série e, ainda que ela tenha uma média de preço bem alta, eu não poderia recomendá-la mais. Está mesmo valendo a pena!
- Série: Sociedade Secreta #2
- Autora: Diana Peterfreund
- Editora: Galera Record
- 448 páginas
- 4/5 estrelas
- Onde comprar: Amazon Submarino Americanas
Escrito por: Unknown
3 de junho de 2013
Rosa e Túmulo
O contexto do livro, marcado pelas sociedades secretas, e a protagonista, uma das mais coerentes entre todas as histórias que já li, me faz afirmar sem hesitação que esse foi um dos melhores investimentos que fiz ultimamente.
Antes de vocês me tacharem de exagerada, preciso dizer que, apesar de essa realidade secreta um pouco distante da que vivemos no Brasil, o livro é muito auto explicativo, mesmo para quem não conhece nada sobre o assunto, e eu adorei entrar nesse mundo. Sobre a Amy Haskel, a protagonista em questão, o que eu tenho para dizer aqui é aquela velha história do menos é mais. Ela dá uma aula para as protagonistas complicadas que vemos por aí e é muito simpática desde o início, justamente pelo fato de ser uma mulher de bom senso e personalidade forte, sem apelações.
Não há frescuras, complexo de inferioridade, nem amores à primeira vista que surgem do nada. É um livro fluído sem foco no romance, mas envolvente em todos os seus outros aspectos, algo bastante incomum e surpreendente hoje em dia quando estamos falando de um new adult. Porque, mesmo com aqueles personagens mais charmosos, vamos dizer que a vida amorosa de Amy não é lá essas coisas e o livro não se torna menos interessante por causa disso. O foco da narrativa está mesmo nas sociedades secretas, como já sugere o nome da série.
Amy, como editora da revista literária da faculdade, está certa de que entrará para a Pena e Tinta, uma sociedade que normalmente selecionava os editores, mas quando a Rosa e Túmulo - a sociedade secreta mais conceituada do país - a chama, ela fica muito surpresa, pois eles nunca convocaram mulheres antes. Ela passa por rituais de iniciação, conhece gente nova, algumas mais agradáveis que outras, e, com todas as novidades não compartilhadas por causa do juramento de discrição, acaba se afastando um pouco de sua melhor amiga e seu quase namorado. Mas, honestamente, isso é ótimo para a fluidez do livro, já que eles são geram muita empatia.
Outra preocupação que ocupa a cabeça da Amy nesse livro é o fato de que nem todo mundo da Rosa e Túmulo ficou feliz com a chegada das mulheres na sociedade. Eu só não esperava que boa parte do livro fosse resumido à resolver esse problema, mas ele está cheio de personagens legais e comentários sarcásticos que me cativaram. Sem falar que, a cada início de capítulo, Amy nos faz uma confissão e eu sempre ficava na expectativa da próxima. Isso nos dá uma boa ideia sobre o que vai acontecer com ela a seguir.
Algumas pessoas criticaram a quantidade de nomes, pois os coveiros - como assim são chamados os membros da Rosa e Túmulo - recebem novos para usar na sociedade, mas eu sinceramente não vi problema nisso. Os mais importantes são bem fáceis de aprender e outros são até meio desnecessários.
Rosa e Túmulo foi uma leitura leve e divertida. Tive a impressão que foi uma espécie de introdução para a série em si, então acho que as coisas tendem a melhorar ainda mais, o que me deixa extremamente animada para seguir lendo. Já tenho o segundo livro me esperando. ♥
- Autora: Diana Peterfreund
- Série: Sociedade Secreta #1
- Editora: Galera Record
- 397 páginas
- 5/5 estrelas
- Onde comprar: Amazon Saraiva
Escrito por: Unknown
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